Do quarto ao nono mês as coisas mudaram bastante.
Não só o tamanho da barriga, que, como vocês podem ver, cresceu consideravelmente, mas, principalmente, o tipo de expectativa que tenho feito.

Não espero mais mudança no meu corpo, não espero mais os primeiros chutes, apenas me divirto com os inúmeros solavancos, por vezes noturnos, que me interrompem o precioso sono.
É, mas com eles vem a certeza de que meu filho está bem, então, pode brincar, filhote.
O pai fica louco em poder ver as ondinhas que vão se formando na barriga, participa, toca e sorri orgulhoso do filho tão “forte”.

Benjamin já está com 3kg, aproximadamente, um bebezão, de cabeça para baixo, com todos os indicativos de saúde que pode ter alguém em processo de gestação.
A ansiedade por ter nos braços o bebê que carreguei no ventre, durante os últimos oito meses, com o maior cuidado, está com os dias contados.
Mas, enquanto você não chega, filho, a mamãe continua assim, sonhando com você.
*Fotos por Filipe Oliveira, Diana Meira, Diana Moura e Artur Rodrigues, tios por escolha. Da mãe.